Uma Torre de Marfim
Pois bem, aqui vamos nós com mais um post neste blog. Os olhos mais atentos verão aqui um poema (rsrsrsrs- só para descontrair). Não acho que dessa vez precise ficar explicando muito sobre o que trata ou deixa de tratar esse poema, são as costumeiras torrentes do inconsciente lançadas numa folha de papel, no fim elas acabam falando de algo. Está aí o desafio: “O que vocês acham que este poema está insinuando?” Um abraço e até a próxima. Uma Torre de Marfim ( Guto ) Do alto da torre tentei me atirar, Só para buscar esta luz que não me quis. Ela tem suas ocupações radicais E não vive um minuto se quer para mim. Ela quer voar, e me faz querer também, Amar tuas graças com os olhos voltados para o fogo. Com essa luz caprichosa, a sorte me vem e vai, Mas já não temo o futuro indeciso Desde que a poesia não me saia dos ossos, Desde que meu espírito não abandone a vida E a natureza não pare de criar o espetáculo Com o vento a curvar as árvores em reverência. Do alto da torre eu tentei conte...