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Mostrando postagens de abril, 2019

Rei Branco/ Rainha Negra (Guto)

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Máquina cética  Olhos heréticos Apagar ou aplacar?  Em sintonia  Tudo some  Eis o signo  Eis o homem  Afundado em dor  Mas cobre lhe de prazer  Eis o signo  Eis o filho  Eis o pródigo  Eis o golpe  A queda  No abismo  ELA borbulha Faz pressão  Para o alto Para o "auto conhecimento"  Enquanto ambos dançam  Um rei negro Uma rainha branca Só me dá o que eu preciso  Quando eu mereço  E eu descubro-me em vestes Outra vez  Voando outra vez  Identificando me outra vez Amando outra vez  (...) a origem Da minha magia particular(...)  Ela penetra em minha cabeça  Eu Um rei pálido  Alimentado pela mãe cósmica  A minha rainha negra Eu destruo o mundo  E ela o recria com Beleza  Com amor Com arte Xeque...  (...)Mas, dessa vez.... "MATE"!  Fim da "Chess Trilogy" 

A Torre e o Bispo (Guto)

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Consegue usurpar E eu perdi outra vez Fendido em dois passos Mas digno  Sem rodeios.  No meu campo  Não são tantos  Diagonal Paralelo  Eu avanço Ele avança  Pelo meio Sem parcela (...)preço Limite  Ou freios Estamos presos à terra A esta dor E esse reino Já são tantos curvados Nos curvamos Mando a vítima à frente Cai um... Dois... Ou Três peões Pois a noite mostra o seio E não conte comigo  Não há honras nisso  Apenas rodeios Sua loucura no jogo  Não é o fim  Nem destino Para os meus desejos  É só um meio Tenta fugir Mas precisa atacar  Nesse momento...  ... Te acerto em cheio  Xeque....

O Cavalo Renegado (Guto)

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Movimento-me sobre o tabuleiro polido  Com movimentos soltos e belos  Uma aparência elástica  Impressão de que estou a levitar  Movimentos sinuosos Traçados no espaço  Um objetivo delimitado pela necessidade  Avanço com preço e sem parcelas  Ao encontro fatal  Sem cerimônia  Sem honra nenhuma Sem preço....  ... Com parcelas Entretido eu me perco  Me esqueço  Pra depois avançar Xeque(...)

Outono do Êxtase (Guto)

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Em êxtase uma vez mais... Num outono sonífero...  E eu que já não venho buscando nada por esses tempos... Nada além do que já pulsa dentro de mim... Uma vez mais... De novo e outra vez nessa estação que é minha... Tão própria... Um turbilhão e eu me posto dentro... Maravilhado com essa torrente autoritária... Maravilhado com a vida em mim mesmo... Com lembranças da infância outra vez e uma vez mais...  O outono ainda no início... Trazendo tantos indícios e energias revigorantes em um mar revolto em meu peito....  Lá adiante eu já miro o leito final.... Mas isso não é nada mau... São coisas da vida esse inevitável fim... No centro disso tudo... Eu me posto no outono... Ele avança e me leva à lenta dança... Transbordando meu corpo de energia.. Dia após dia e gole após gole.... Enchendo-me de vigor quão uma gaita de fole! Ps:. Um pouco ausente durante esses dias por conta da intensificação dos estudos....  Pss:. Mas quem se importa(!?) KKKK!