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Mostrando postagens de julho, 2016

Outro Coração (Guto)

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Outro Coração (Guto)  Em meio a solidão de Nietzsche  Não estando em plena consciência  Inatividade por sangrar a cicatriz  A discórdia comigo mesmo  A ilusão  como companheira Nesse universo ancestral  Levando uma bandeira à parte Adiante nego a verdade apavorante  Nada de  amor nos olhos do interesse  Outros interesses nos olhos do amor  Num  mundo  de ilusão  Num  espelho  impertinente  Eu miro uma linha paralela (ao meu lado)  No desgosto  conquistado  O que eu amo é ilusão  Um feixe dourado aí seu lado  Mas na verdade não  passa de latão  No seio solitário  de Nietzsche  Eu insisto no que tem outros interesses  Revolta de tempo  em tempo Mendigando  o tempo  inteiro  Era o que me aguardava. 

A visão do real (Guto)

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A visão do real (Guto)  Uma velha calma pra um dissabor  Uma falácia  que sempre simulou  o  amor Só vem quando quer  Na hora que quer Noutro momento não  está  lá  E deixa o corpo  cansado. A mente cansada  Lutando  por melhora Mas nada é  tão  bom  Nada revigora  Uma falácia ardente por dois anos e cinco meses Talvez  houvesse  outros motivos  pro falante deleite Talvez apenas pra tirar de outra criança o leite Enquanto  minha carne se cansava  Enquanto  a minha mente explodia  A falácia  mais uma vez da sua boca emergia  Hoje aparece  quando  quer marcar o terreno  E deixa apenas vestígios de algo obsceno.