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Canção Para o Estranho que eu Amei ( Guto )

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Canção Para o Estranho que eu Amei (Guto) Jovem sem nome se cria no vento Com poeira no cabelo de ouro Seu corpo se expressa além do limite Rompe barreiras como algo banal Transita nesse mundo de fenômenos Só posso abraçá-lo com o olhar Recordo aquela vez em que se partiu Mas não dividiu a "atma" em duas Contemplou seu outro lado Avançando sobre uma prancha com rodas Elétrico Estético Sem par Seu equilíbrio era a sua queda Em um mundo de fenômenos Onde o banal o partiu ao meio Rompendo o seu espírito fulminante Desejo que navegue no infinito E penetre nesse fluxo incessante.  "Em memória de Jay Adams *03 de fevereiro de 1961 +14 de agosto de 2014"