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Mostrando postagens de abril, 2013

PEQUENA CONSIDERAÇÃO A CERCA DO ARTISTA E A ARTE (GUTO)

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PEQUENA CONSIDERAÇÃO A CERCA DO ARTISTA E A ARTE (GUTO) O artista - por mais diminuto que ele seja - nunca está satisfeito com a sua arte, e da mesma forma ele nunca está satisfeito consigo mesmo. Sua arte é uma extensão de si próprio vista de um, ou vários ângulos distintos, por isso ele a olha de soslaio, meio desconfiado com uma espécie de desgosto pelo rumo que ela tomou. Uma arte acabada, por mais bela que seja, é algo que não mais pertence ao artista, foi atirada ao mundo, sendo dessa forma posse do mundo para fazer dela o que bem quer ENTENDER. Por isso o artista desenvolve aquele sentimento ambíguo em relação a sua arte, misto de desejo e desprezo. Se dependesse do artista, ela seria algo inacabado, em constante processo de desenvolvimento, de crescimento e expansão. Mas nunca algo acabado, algo que trouxesse uma satisfação imóvel. Isso é o que sentem os artistas, mas somente os de verdade - por mais diminuto que ele sejam! AMÉM.

Mjolnir (Guto)

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Mjolnir (Guto) O martelo potente golpeia o ferro quente na forja Brasa incandescente voa pelos ares O chão frio chia ante seu toque A luz então renuncia à sua própria existência O ferreiro ataca a sua mesa de trabalho novamente A força se traduz em luz fugaz Os homens transitam ao redor Suas vidas são isentas de significância Com luzes que renunciam ao brilho E com vozes que não passam de um sussurro decadente. Eis que já não ousamos amar.