Pequena Melodia de Amor
Acho que um dos temas o qual eu ainda não abordei no blog foi o amor, essa coisa humana maravilhosa. Pois então está mais que na hora de fazê-lo. No poema que se segue eu tentei dar um caráter consciente a esse sentimento, mostrando-o às vezes cruel, belo, turvo, louco, fantástico e místico. É pequeno, mas a idéia é essa, atomizar esse sentimento de proporções gigantescas em poucas e sinceras palavras.
Pequena Melodia de Amor (Guto)
Amor é irmão da espada,
Divide-nos o corpo em dois
E nos abre uma encruzilhada.
Amor ri em sua travessura,
Por nos ter, tanto agora quanto depois,
Faz nos alvo de sua usura.
Amor é lenda nunca encontrada
Como um delírio ou sonho nublo
No qual esconde a pessoa amada.


Amigo Guto,
ResponderExcluirPassa uma hora e meia da meia-noite nesta terra onde vivo. Já é 2010! Galgamos anos uns atrás dos outros, mas não avançamos nem uma hora em termos do Amor, que tão bem 'cantou' nesta linda Melodia Poema!
Passada mais esta 'fronteira' da calendarização do Tempo, desejo-lhe Saúde, Paz, Pão
e... muita Poesia.
Um grande abraço irmão
Até sempre...
César Ramos
César Ramos disse...
ResponderExcluirGuto,
Prazer em receber sua sintonia!
Você bem semeia mensagens de Paz e Amor... mas, os piores cegos
são os que
não querem
mesmo ver...!
Desde há milênios... e,
até quando?
Até quando, festejarão...
ou, prantearão...
Um abraço irmão
César
Sexta-feira, Janeiro 08, 2010
[Este 'comment' é em agradecimento ao que me escreveu hoje no Alfobre: «Tanto, Tanta...Pouco,Nada...»]