Ecos (Guto)


Ecos 
(Da Profunda Tarde) 
Guto




Entre homens belos 
E seus altares violáceos
Todos louros nos portões 
Frente essa dor 
Todo rubor em sua fronte 
O descanso descabido
Como um sábado selvagem
Em meu delírio 
Há seu amor
- Sempre haverá -
(...) Mas sem pudor


(...)

(...) Só pra que saiba 
Vou navegar em suas coxas
Vou me perder entre os teus seios 
Uma vez mais
Eu me embriago
E me abrigo
Abrindo a porta do seu quarto 
Te desnudando - impiedoso - 
Penetro a tarde que não finda
Entre essas pernas(...) 
(...)Feminina
Josi(...) 
"E ela sorri"

 


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